A Associação Sotavento Algarvio (ASA) considera fastidiosas e importunas as constantes críticas ao projecto Almada de Ouro Golf e Country Club, projectado para o sítio do Guadiana, no concelho de Castro Marim.
O projecto, cujo Plano de Pormenor já foi aprovado, ratificado e publicado, foi também alvo de avaliações ambientais e estudos de impacte ambiental e está perfeitamente enquadrado com a sustentabilidade ambiental, ecológica e paisagística do território.
Para além deste facto é de referir que os projectos de loteamento registam uma baixa densidade de construção (os apartamentos e hotéis terão só dois pisos) e uma preocupação de valorização ambiental das zonas envolventes.
O Almada de Ouro, que prevê a implementação de 2800 camas para utilização turística e permitirá a criação de cerca de 750 postos de trabalho, vem dotar esta zona de um empreendimento de grande qualidade, destinado a um mercado de gama média/alta, com elevado poder de compra e exigência.
Esta infra-estrutura turística vem ainda acrescentar valor a esta zona do Algarve, que ainda revela grandes lacunas em termos de oferta turística, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentado, em particular, e do Algarve em geral, e para a afirmação deste destino no panorama do turismo mundial.
A ASA considera que este tipo de investimentos na zona têm um peso bastante considerável em toda a economia local e que as organizações governamentais e não governamentais deveriam não só apoiar como incentivar este tipo de projectos sob pena de os mesmos virem a ser implementados na vizinha Espanha.
O projecto, cujo Plano de Pormenor já foi aprovado, ratificado e publicado, foi também alvo de avaliações ambientais e estudos de impacte ambiental e está perfeitamente enquadrado com a sustentabilidade ambiental, ecológica e paisagística do território.
Para além deste facto é de referir que os projectos de loteamento registam uma baixa densidade de construção (os apartamentos e hotéis terão só dois pisos) e uma preocupação de valorização ambiental das zonas envolventes.
O Almada de Ouro, que prevê a implementação de 2800 camas para utilização turística e permitirá a criação de cerca de 750 postos de trabalho, vem dotar esta zona de um empreendimento de grande qualidade, destinado a um mercado de gama média/alta, com elevado poder de compra e exigência.
Esta infra-estrutura turística vem ainda acrescentar valor a esta zona do Algarve, que ainda revela grandes lacunas em termos de oferta turística, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentado, em particular, e do Algarve em geral, e para a afirmação deste destino no panorama do turismo mundial.
A ASA considera que este tipo de investimentos na zona têm um peso bastante considerável em toda a economia local e que as organizações governamentais e não governamentais deveriam não só apoiar como incentivar este tipo de projectos sob pena de os mesmos virem a ser implementados na vizinha Espanha.
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